Grok, chatbot de Musk, teria sugerido a Trump capturar presidente da Venezuela
A TechCrunch revelou que o presidente Trump consultou o Grok, chatbot de IA de Elon Musk, antes de autorizar a operação que terminou na captura de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. A informação aparece em reportagem publicada nesta quinta. Segundo a apuração, o Grok teria encorajado a decisão de avançar sobre o território venezuelano e capturar Maduro, em vez de alertar sobre riscos diplomáticos ou militares da ação. O episódio reabre debate sobre quem, afinal, aconselha decisões de política externa: um chatbot comercial, com histórico de respostas polêmicas, entrando em decisões de Estado muda o risco de qualquer operação militar que use IA como insumo de decisão. A proximidade entre Musk e o governo Trump já era conhecida; o que a reportagem acrescenta é o uso direto e documentado do Grok num momento de decisão de guerra, não só em comunicação pública. Nem Musk nem a Casa Branca comentaram publicamente a reportagem até o momento da publicação.
Mostra que decisão de guerra real já passa por chatbot comercial, sem controle público sobre o que a IA recomendou.
Fonte: TechCrunch
Dois lados da xícara ▲ Ganha Elon Musk, que vê o Grok citado como insumo direto em decisão de governo dos EUA. | ▼ Perde Nicolás Maduro, capturado após operação que teria sido reforçada pela sugestão do chatbot. |
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Califórnia cria multa pra robotaxi que bloquear socorro
 A Califórnia aprovou lei nova que impõe multas a operadoras de robotaxi quando o veículo autônomo bloquear a passagem de ambulâncias, bombeiros ou viaturas de polícia. A norma chega num momento em que robotaxis já rodam em volume crescente em cidades como São Francisco e Los Angeles, e episódios de carros autônomos parados no meio de ocorrências de emergência já tinham gerado reclamação pública. Com a lei, operadoras passam a responder financeiramente por falha do sistema em reconhecer e dar passagem a veículos de emergência, o que empurra a pressão de engenharia pra resolver esse ponto específico do software. O texto se soma a um conjunto de regras que o estado vem construindo pra regular a convivência entre veículos autônomos e serviços públicos essenciais.
Empresa de robotaxi passa a pagar caro por falha que hoje é tratada como detalhe técnico.
Fonte: TechCrunch
A dose exata US$ 272,5 milhões Valor que a Lyft paga pra encerrar processo sobre classificação de motoristas como autônomos, aberto em 2020. |
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