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18 OUT · Nº 134

Tema escolhido ontem: Celulares. Está na pauta 05.

Bom dia, cafeinado.

A OpenAI confirmou que vai construir um robô humanoide, com demo prevista para 2027, e a Samsung deixou claro quais tablets entram no último ano de atualizações. Vira o shot. ☕

No shot de hoje · toque pra pular

🤖OpenAI confirma robô humanoide01↓
📱Tablets Samsung e o fim das atualizações02↓
🔒Meta retira trecho sobre conteúdo de sites03↓
🚗Carro usado: a faixa mais segura04↓
🔄Trocar o chip com o celular ligado05↓
 

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01  A manchete↑ índice

OpenAI confirma que vai construir um robô humanoide, com demo prevista para 2027

A OpenAI vai construir um robô humanoide. Ao ser perguntado no podcast Sources se a empresa realmente faria um, o CEO Sam Altman respondeu de forma curta: “Nós vamos”.

Altman justificou a forma humana porque “o mundo é muito projetado para pessoas”: portas, teclados e ferramentas seguem um tipo de corpo. Para ele, a aparência importa menos do que descobrir o cérebro que faz o robô funcionar.

O prazo é cauteloso. À Fortune, Altman disse esperar uma demo legal em 2027 e não ver robôs andando pelas ruas por alguns anos a mais. A OpenAI não revelou o que a demo vai mostrar nem como será o humanoide.

O cérebro é o trabalho pesado. O humanoide precisa entender o que câmeras e sensores veem, interpretar uma instrução, coordenar o corpo e se corrigir diante de imprevistos. Pegar uma caneca exige achar a alça, estimar a pegada e aplicar a força certa; senão, sobra café no chão.

A OpenAI já recruta: as vagas de robótica incluem controle de movimento, estimação de estado, controle de atuadores e comportamento do robô inteiro, além de infraestrutura de aprendizado de máquina para IA física. O projeto Dactyl, que ensinou uma mão robótica a manipular objetos reais com treino feito só em simulação, é o antecedente.

O humanoide sai do campo da intenção e ganha prazo: demo em 2027, ruas só depois.

Fonte: Engadget

 
 
02  Tablets↑ índice

Tablets Galaxy novos chegam com sete anos de atualizações; linha S9 entra no último ano

A Samsung virou uma das poucas fabricantes de Android com política generosa de suporte. Na era TouchWiz, a fama da marca em atualizações não era das melhores, e hoje o Galaxy Tab S12 Ultra recebe sete anos de atualizações de sistema e de segurança.

O ano de 2026 marca a última grande atualização de Android para os Galaxy Tab S9, S9+, S9 Ultra, S9 FE e S9 FE+, que vão receber a One UI 9, baseada no Android 17. A linha chegou em 2023 com a One UI 5.1 (Android 13), com promessa de quatro gerações de sistema e cinco anos de patches de segurança, que devem seguir até algum momento de 2028.

Os Galaxy Tab S8, S8+ e S8 Ultra, de fevereiro de 2022, já tiveram a última atualização maior, a One UI 8 (Android 16), e a segurança segue até fevereiro de 2027. O Android 16 também é o último para os Tab A9 e A9+, de outubro de 2023: apesar de mais novos, o fim veio antes, provavelmente por serem modelos de entrada, que ainda ganham mais um ano de segurança.

A política de sete anos começou na linha Tab S10, de 2024, e vale também para Tab S11 e S12 e até para os básicos Tab A11 e A11+, de 2025. Os Tab Active, voltados a empresas, têm regra própria: o Active5, de 2024, tem quatro anos de sistema e cinco de segurança.

Tablet Galaxy do catálogo atual tem suporte longo; quem usa um da linha S9 ou mais antigo está na reta final das atualizações de sistema.

Fonte: Engadget

O nível da xícara

Anos de atualizações de segurança prometidos por linha de tablet Samsung.

Tab S9
  
5 anos
Tab Active5
  
5 anos
Tab S10 em diante
  
7 anos
 

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Blu Dot surpasses 2,000% ROAS with self-serve CTV ads

Home furniture brand Blu Dot blew up on CTV with help from Roku Ads Manager. Here’s how:

After a test campaign reached 211,000 households and achieved 1,010% ROAS, the brand went all in to promote its annual sales event. It removed age and income constraints to expand reach and shifted budget to custom audiences and retargeting, where intent was strongest.

The results speak for themselves. As Blu Dot increased their investment by 10x, ROAS jumped to 2,308% and more page-view conversions surpassed 50,000.

“For CTV campaigns, Roku has been a top performer,” said Claire Folkestad, Paid Media Strategist, Blu Dot. “Comping to our other platforms, we have seen really strong ROAS… and highly efficient CPMs, lower than any other CTV partner we've worked with.”

Using Roku Ads Manager, the campaign moved from a pilot to a permanent performance engine for the brand.

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Espresso

Redes O TikTok baniu de forma permanente a conta do documentário Musk, de Alex Gibney, e a distribuidora Bleecker Street foi avisada na sexta à tarde de que a suspensão era iminente, segundo o The Hollywood Reporter citado pelo The Verge. →

IA A Replit passa a ter a OpenAI como provedor padrão de modelos no lugar da Anthropic, e o Claude continua disponível para os clientes da plataforma, disse o CEO Masad. →

Trabalho A Anthropic diz que sua equipe ficou menos júnior no último ano e passa mais tempo em reuniões. →

 
 
03  Big Tech↑ índice

Meta retira dos termos comerciais o trecho sobre uso de conteúdo de sites

A Meta retirou de seus termos comerciais o trecho que previa o uso de conteúdo de sites. A mudança veio depois de reação negativa, segundo o The Verge, e a nova versão deixa de sugerir que a empresa poderia coletar páginas, inclusive de sites de notícias, para treinar sua IA.

O texto anterior, atualizado recentemente, dizia que a Meta poderia usar “qualquer conteúdo” dos domínios, páginas da web ou URLs de uma conta empresarial para “fornecer, desenvolver, melhorar, pesquisar, treinar e manter a integridade” de seus produtos e serviços. O trecho levantou preocupações sobre coleta de conteúdo e treino de IA.

Mesmo antes da retirada, um porta-voz da empresa afirmou que a atualização não refletia mudança na forma como a Meta rastreia a web. Depois, a empresa explicou em nota que os termos de rastreamento consolidados valiam apenas para seus anúncios e produtos empresariais, e que o esclarecimento agora consta nos próprios termos.

Segundo a Meta, a retirada não muda como a empresa usa seus rastreadores de web. As fontes não detalham o novo texto da página nem apontam alteração em alguma prática de coleta: o que mudou foi a redação dos termos, depois de a empresa dizer que ouviu as críticas.

A redação mudou, e a Meta diz que a prática de rastreamento continua a mesma.

Fonte: TechCrunch

Ouvido no balcão

Nós ouvimos vocês e queremos esclarecer: os termos de rastreamento que consolidamos valiam apenas para os nossos anúncios e produtos empresariais

Nota da Meta, citada pelo TechCrunch

 
 
04  Carros↑ índice

Carro usado de R$ 10 mil a R$ 12 mil tem mecânica mais confiável, dizem mecânicos

Quem precisa de carro e quer poupar costuma olhar o mercado de usados, onde os preços oscilam entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. Há quem vá além e procure, em plataformas de compra e venda, modelos de R$ 5 mil. Mecânicos e consultores ouvidos pelo Canaltech apontam risco alto nessa faixa.

Um carro vendido por esse valor costuma ter mais de 200 mil km, patamar que representa o fim da vida útil do motor de vários modelos. Na prática, o carro pede reforma completa do motor, da suspensão, dos freios e do sistema elétrico.

Há ainda a papelada. Veículos muito baratos costumam acumular débitos de IPVA e licenciamento, o que configura infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e risco de apreensão. A soma de reparos e impostos atrasados costuma superar rápido o valor pago, e esses carros dificilmente são aceitos por seguradoras, o que deixa o dono sem cobertura contra colisões ou sinistros.

Para evitar o “barato que sai caro”, a orientação é subir o orçamento para a faixa de R$ 10 mil a R$ 12 mil. Ali fica mais viável achar modelos antigos com a mecânica preservada e a manutenção em dia, e os defeitos costumam se limitar a detalhes estéticos, como pintura queimada ou desgaste nos estofados.

Com orçamento de R$ 10 mil a R$ 12 mil, o usado antigo tende a trazer defeito de lataria, não de motor.

Fonte: Canaltech

A dose exata

A multa por circular com IPVA e licenciamento atrasados é de R$ 293,47, mais sete pontos na CNH e risco de apreensão.

 
 
05  Celulares  escolha dos leitores↑ índice

Trocar o chip com o celular ligado funciona na maioria dos aparelhos

A maioria dos smartphones atuais aceita a troca de SIM com o aparelho ligado, então desligar não é obrigatório. Mesmo assim, o Engadget recomenda desligar quando houver alguns minutos livres, porque o passo extra elimina a pequena chance de um problema que tomaria mais do seu tempo.

Há motivos comuns para abrir a bandeja: migrar para uma operadora virtual (MVNO) para economizar, usar um chip local mais barato em viagem ou receber um cartão de reposição da operadora quando o seu estragou. A dica vale para chips físicos; o eSIM se troca por QR code, app da operadora ou transferência direta entre aparelhos.

Os riscos são sobretudo físicos: entrada de sujeira ou umidade na bandeja, cartão maior forçado em encaixe menor, bandeja quebrada que deixa de alinhar ou dano ao próprio chip. Um chip danificado ou mal encaixado pode fazer o aparelho tentar conectar sem sucesso, o que drena a bateria e o faz esquentar. Quem tem dual SIM com dois chips físicos deve conferir qual vai trocar antes de começar.

O ganho de desligar é pequeno. Ao ligar de novo, o telefone lê as informações do chip novo e se registra mais rápido na rede, com as configurações da operadora, o que reduz a chance de uma mensagem de “erro de rede” por software. Na maioria dos casos, o aparelho leva um instante para ler o chip e achar a rede, sujeito às exigências de ativação da conta.

Dá para trocar o chip com o celular ligado, mas desligar custa poucos minutos e reduz o risco de erro de rede.

Fonte: Engadget

 
 

No radar · a agenda de hoje

Hoje · Confira o modelo do seu tablet Galaxy: se for da linha S9, a One UI 9 será a última atualização maior dele.

Hoje · Meta: as fontes não mostram o novo texto dos termos comerciais, então vale observar se a empresa detalha o que mudou.

2027 · Ano em que Sam Altman espera mostrar a demo do humanoide da OpenAI.

Pra viagem

Desligue o celular antes de tirar a bandeja, troque o chip, confira se o encaixe está alinhado e só então ligue o aparelho de novo para ele ler a operadora nova.

Robô com prazo, tablet com validade, termos de uso que se reescrevem: o dia foi de letra miúda e de promessas com data marcada. Quem lê devagar costuma achar o que mudou de verdade.

 
 
 
TechShot Quiz

Segundo Sam Altman, em que ano a OpenAI deve ter uma demo do seu robô humanoide?

A2026
B2027
C2029
D2030

Veja o ranking de quem mais acerta →

 
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