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Espresso Canva O Canva lançou o Canva Craft, seu primeiro modelo de IA, que gera imagens com elementos editáveis em camadas e resolução de até 2K no Dream Lab. → Voyager 1 Segundo cálculos da NASA, a Voyager 1 deve atingir em 18 de novembro a marca de um dia-luz de distância da Terra. → Microducks As pré-vendas dos robôs Microduck, da Pollen Robotics, passaram de 20 mil unidades um dia depois de o vídeo de Jensen Huang com eles circular. →
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Geely EX2 chega ao Brasil e encara o BYD Dolphin Mini com 289 km de autonomia
 O BYD Dolphin Mini ganhou um concorrente de peso no Brasil com a chegada do Geely EX2. Os dois são hatches elétricos voltados ao uso urbano, para quem quer um carro elétrico sem gastar muito mais de R$ 100 mil. O BYD aposta em dimensões compactas e preço de entrada menor, e o Geely em carroceria maior. Nos preços, o Dolphin Mini apareceu em campanhas recentes por R$ 109.990 na versão GL e R$ 119.990 na GS, valores promocionais que podem mudar. O Geely EX2 tem preços de referência de R$ 123.800 (Pro) e R$ 136.800 (Max), e as duas versões usam o mesmo motor traseiro de 116 cv e bateria de 39,4 kWh. Na autonomia homologada pelo Inmetro, o EX2 faz 289 km por carga e o Dolphin Mini, 280 km. A diferença de 9 km é pequena e não garante que o Geely rodará mais no uso real, já que velocidade, temperatura, relevo, ar-condicionado e estilo de condução pesam. A bateria do BYD tem 38 kWh. Na recarga rápida em corrente contínua, o BYD leva cerca de 22 minutos para ir de 30% a 80%, e o Geely, cerca de 21. O Dolphin Mini entrega 75 cv e 13,8 kgf/m de torque, com tração dianteira, enquanto o Geely oferece motor mais potente, tração traseira e suspensão independente nas quatro rodas. Confirme o preço vigente na concessionária antes de fechar negócio.
A diferença de autonomia é de só 9 km, então preço de entrada, espaço e desempenho decidem a compra.
Fonte: Canaltech
O nível da xícara Autonomia homologada pelo Inmetro, em quilômetros por carga. |
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Gamma mostra como criadores de conteúdo ajudaram a conquistar os primeiros clientes
 Conseguir os primeiros clientes costuma ser um dos desafios mais duros de uma startup, e mesmo o interesse inicial não garante que eles fiquem. No TechCrunch Disrupt, na semana passada, Elia Wallen, da Engine, Grant Lee, da Gamma, e Crystal Huang, da Google Ventures, deram dicas de como atrair e reter clientes. Hoje, jovens empresas de IA como Cluely e Instinct formam grandes audiências pelo produto e pela presença online colorida de seus fundadores, e as redes sociais parecem uma solução mágica. Lee avisa que quem quer turbinar o marketing precisa ser estratégico. A eficácia depende do tipo de negócio, e outros caminhos podem ser tão efetivos quanto, ou mais. A Gamma, que vende software de apresentações com IA, escalou o negócio com um programa de embaixadores, o Gambassador, que colocava influenciadores para trabalhar pela marca. A empresa adotou o plano antes de esse tipo de marketing virar prática comum entre empresas menores e chegou a uma avaliação de vários bilhões de dólares. Para Lee, dar plataforma ao influenciador e mandar promover a marca não converte automaticamente em vendas. Produtos que atendem vários segmentos precisam de criadores que mirem cada um deles, como consultores ou quem monta apresentações para o CMO. Ele criticou fundadores que tratam o marketing de criadores como algo de configurar e esquecer.
Contratar criadores só funciona se eles entendem o produto a ponto de explicar o valor para cada público.
Fonte: TechCrunch
Ouvido no balcão I think you’re better served by really spending a lot of time with these creators, because if they’re not able to understand how to articulate the value of your product, it doesn’t matter how much money you spend, it’s just going to fall flat Grant Lee, fundador e CEO da Gamma, em painel no TechCrunch Disrupt (TechCrunch) |
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Gemini passa a publicar miniaplicativos direto no Google Sites
 O Google anunciou, na segunda-feira (19), uma integração que transforma aplicativos criados no Gemini em sites disponíveis na internet. Os usuários exportam projetos interativos direto para o Google Sites, sem copiar códigos nem reconstruir as ferramentas. O recurso funciona com os miniaplicativos feitos no Canvas, ambiente que cria programas a partir de comandos de texto, mesmo sem conhecimento de programação. Entre as possibilidades estão calculadoras, questionários e painéis interativos. Pronta a ferramenta, o usuário a envia ao Google Sites e a compartilha por um endereço na internet. Antes, o caminho exigia copiar o código do projeto e colá-lo manualmente em outro serviço. O Google cria primeiro um rascunho privado, e o responsável revisa o conteúdo e define quem poderá acessar a página. No Sites ainda dá para acrescentar textos e imagens. Em um exemplo da empresa, um painel de desempenho foi transferido com gráficos e indicadores interativos. A integração já está disponível nas versões web, Android e iOS do Gemini. O Google não anunciou exigência de assinatura paga específica, mas é preciso ter permissão para criar e editar páginas no Google Sites. A novidade atende professores que querem compartilhar questionários e equipes que precisam de ferramentas internas.
Quem não programa passa a colocar uma calculadora ou um painel no ar em poucos passos, com revisão antes da publicação.
Fonte: Canaltech
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition fica gratuito até domingo (25), junto com outros jogos do fim de semana. 4/11 · TechCrunch Founder Summit 2026 acontece em Boston, com sessões, rodadas de conversa e encontros entre fundadores e investidores. 18/11 · Data prevista pela NASA para a Voyager 1 chegar a um dia-luz de distância da Terra.
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Pra viagem Abra o Canvas no Gemini, peça uma calculadora de despesas simples, exporte para o Google Sites e confira no rascunho privado quem terá acesso antes de publicar. No mesmo dia, uma ferramenta de IA publica um site em poucos cliques e outra ajuda a atacar centenas de bancos. A pergunta que fica é quem define até onde cada uma pode chegar. |
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